Desafíos de la sífilis congénita en la atención primaria de salud en Alagoas, Brasil, 2009-2018
PDF

Palabras clave

Sífilis congénita; diagnóstico; etología; mortalidad

Cómo citar

Quintela Souza de Moraes, B., Martins-Correia, D. ., & Ferreira-Machado, M. . (2022). Desafíos de la sífilis congénita en la atención primaria de salud en Alagoas, Brasil, 2009-2018 . Salud UIS, 54. https://doi.org/10.18273/saluduis.54.e:22031

Resumen

Introducción: La sífilis es un delito sexual causado por la bacteria Treponema pallidum, que puede causar defectos de nacimiento cuando hay transmisión vertical de la mujer embarazada infectada a su hijo. En Brasil y en el estado de Alagoas, es un problema de salud pública que debe ser controlado, especialmente en la Atención Primaria de Salud que se apoya en la Estrategia de Salud de la Familia para el diagnóstico y tratamiento de la sífilis en el embarazo, previniendo así los casos congénitos. Objetivo: Analizar las correlaciones entre la cobertura de la Estrategia de Salud de la Familia y los indicadores de Sífilis Congénita en el estado de Alagoas, Brasil, entre 2009 y 2018. Método: Se trata de un estudio transversal retrospectivo con datos secundarios del Ministerio de Salud sobre los indicadores de Sífilis Congénita y la cobertura de la Estrategia de Salud de la Familia en Alagoas. Se utilizó el software Statistical Package for the Social Sciences - versión 25 y las correlaciones se consideraron significativas con un valor p < 0,05. Resultados: Entre 2009-2018 se notificaron 3.407 casos de Sífilis Congénita en Alagoas y el 73,6% de las embarazadas realizaron control prenatal. Sin embargo, se observó que el momento del diagnóstico de la sífilis materna no se produjo durante la atención prenatal; el tratamiento materno no se realizó o se realizó de forma inadecuada; y sólo el 9% de las parejas sexuales de las embarazadas recibieron tratamiento. Conclusión: En Alagoas, existen lagunas para el diagnóstico oportuno y el tratamiento eficaz de la sífilis en el embarazo, incluso con la disponibilidad de insumos y protocolos de atención.

 

https://doi.org/10.18273/saluduis.54.e:22031
PDF

Referencias

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Doenças de Condições

Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST)/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2020.

Singh AE, Romanowski B. Syphilis: Review with emphasis on clinical,epidemiologic and some biologic features. Clin Microbiol Rev. 1999; 12(2): 187-209. doi: https://doi.org/10.1128/CMR.12.2.187

Scari Pires AC, Doclou Oliveira D, Moreira Netto Morais Rocha G, Santos A. Ocorrência de sífilis congênira e os principais fatores relacionados aos índices de transmissão da doença no Brasil e na atualidade – Revisão da literatura. Rev Uningá Review. 2014; 19(1).

Regazzi Avelleira JC, Bottino G. Sífilis: diagnóstico, tratamento e controle. An Bras Dermatol. 2006; 81(2): 111-126, 2006. doi: https://doi.org/10.1590/S0365-05962006000200002

Boletim Epidemiológico – Número Especial Out. 2019 – Sífilis. Acessado em 09 de Dez de 2020.

Disponível em https://portaldeboaspraticas.iff. fiocruz.br/biblioteca/boletim-epidemiologicosifilis-2019/

Boletim Epidemiológico – Número Especial Out. 2020 – Sífilis. Acessado em 02 de março de 2020.

Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2021/boletim-epidemiologico-de-sifilis-2021

Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Protocolo para a prevenção de transmissão vertical de HIV e sífilis: manual de bolso. Brasília; 2007.

Portaria Nº 1.459, de 24 de junho de 2011. Acessado em 09 de Dez de 2020. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011.html

Rezende EMA, Barbosa, NB. A Sífilis Congênita como indicador da Assistência de Pré-Natal no Estado de Goiás. Rev APS. 2015; 18(2): 220-232.

Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. PORTARIA Nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Brasília, 2017. Acessado em 09 de dez de 2020. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/ saudelegis/gm/2017/prt2436_22_09_2017.html

Ministério da Saúde. Gabinete do Ministro. PORTARIA Nº 1.459, DE 24 DE JUNHO DE 2011. Brasília, 2011. Acessado em 09 de dez de 2020. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/ saudelegis/gm/2011/prt1459_24_06_2011.html

Moraes BQS; Machado MF; Souza CDF. Impacto da rede cegonha nas tendências de sífilis no maranhão 2008-2017. Revista Científica do ITPAC, Araguaína, v.13, n.1, Pub.9, 2020.

Oliveira VS, Rodrigues RL, Chaves VB, Santos TS, de Assis FM, Ternes YMF, Aquino EC. Rev Panam Salud Publica. 2020; 44: e75. doi: https://doi.org/10.26633/RPSP.2020.75

Gomes GB, Kamb ML, Newman LM, Mark J, Broutet N; Hawkes S. Untreated maternal syphilis

and adverse outcomes of pregnancy: a systematic review and meta-analysis. Bull World Health Organ.

; 91(3): 217–226. doi: https://doi.org/10.2471/BLT.12.107623

Heringer AL dos S, Helia K, Sandra CF, Sandra MSB, Loren AZ, Ana CR. Desigualdades na tendência da

sífilis congênita no município de Niterói, Brasil, 2007 a 2016. Rev Panam Salud Pública. 2020; 44: e8. https://doi.org/10.26633/RPSP.2020.8

Su JR, Brooks LC, Davis DW, Torrone EA, Weinstock HS, Kamb ML. Congenital syphilis:

Trends in mortality and morbidity in the United States, 1999 through 2013 .Am J Obstet Gynecol. 2016; 214(3): 381e1–381.e9. doi: https:// doi.org/10.1016/j.ajog.2015.10.007

Paulo Cardoso AR, Leite Araújo MA, Cavalcante M, Albuquerque Frota M, Paes de Melo S. Análise

dos casos de sífilis gestacional e congênita nos anos de 2008 a 2010 em Fortaleza, Ceará, Brasil. Ciência Saúde Coletiva. 2018; 23(2), 563-574. doi: https://doi.org/10.1590/1413-81232018232.01772016

Ganassin, R. Integração entre Vigilância e APS para ampliação da testagem rápida no Brasil. Biblioteca

virtual do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais. http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2020/integracao-entre-vigilancia-e-aps-para-ampliacaoda-testagem-rapida-no-brasil

Benzaken AS, Pereira GFM, Cunha ARC da, Souza FMA de, Saraceni V. Adequacy of prenatal care, diagnosis and treatment of syphilis in pregnancy: a study with open data from Brazilian state capitals. Cad Saúde Pública. 2020; 36(1): e00057219. doi: https://doi.org/10.1590/0102-311x00057219

De Aguiar LC, Bezerra da Silva G, Araujo dos Santos J, Machado Lima CB, Oliveira Gonçalves L, de Oliveira Meneses M, et al. Sífilis materna: Análise de evidências referentes à falha no tratamento de gestantes. READ. 2019; 87(25). doi: https://doi.org/10.31011/reaid-2019-v.87-n.25-art.226

Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, Secretaria de Vigilância em Saúde, Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para atenção integral às pessoas com infecções sexualmente transmissíveis (IST). Brasília: Ministério da Saúde; 2020.

Sarmeiro Araújo R, Semeão de Souza AS, Ueleres Braga J. A quem afetou o desabastecimento de penicilina para sífilis no Rio de Janeiro, 2013–2017? Rev Saúde Pública. 2020; 54: 109. doi: https://doi.org/10.11606/s1518-8787.2020054002196

Conselho Federal de Enfermagem. Nota Técnica COFEN/CTLN No03/2017. Brasilia, 14 Jun. 2017. [Acesso em 2020 Nov 25]. Disponível em https://www.coren-df.gov.br/site/wpcontent/uploads/2017/06/cofen-nota-tecnicapenicilina-2017.pdf.

Machado I, Nascimento da Silva VA, da Silva Pereira RM, Gorgati Guidoreni C, Gomes MP. Diagnóstico e tratamento de sífilis durante a gestação: desafio para enfermeiras? Saúde e Pesquisa. 2018; 11(2): 249-255. doi: https://doi.org/10.17765/1983-1870.2018v11n2p249-255

Moreira Marculino de Figueiredo DC, Medeiros de Figueiredo A, Bezerra de Souza TK, Tavares G, Pinheiro de Toledo Vianna R. Relação entre oferta de diagnóstico e tratamento da sífilis na atenção básica sobre a incidência de sífilis gestacional e congênita. Cad Saúde Pública. 2020; 36(3). doi: https://doi.org/10.1590/0102-311x00074519

Garcia Torres R, Neves Mendonça AL, Cezarine Montes G, Jácome Manzan J, Ribeiro JU, Carvalho Paschoini M. Syphilis in Pregnancy: The Reality in a Public Hospital. Rev Bras Ginecol Obstet. 41(2): 90-96.

doi: https://doi.org/10.1055/s-0038-1676569

De Araujo Campos AL, Leite Araújo MA, Paes de Melo S, Fernandes Vieira Andrade R, Carvalho Gonçalves ML. Sífilis em parturientes: aspectos relacionados ao parceiro sexual. Rev Bras Ginecol Obstet. 2012; 34(9): 397-402. doi: https://doi.org/10.1590/S0100-72032012000900002

de Oliveira Togneri Pastro D, Pereira Farias B, Gurgel Garcia OA, da Silva Gambichler B, de Oliveira Meneguetti DU, Uchôa da Silva RS. Qualidade do pré-natal e condições clínicas dos neonatos expostos à sífilis. J Hum Growth Dev. 2019; 29(2): 249-256. doi: https://doi.org/10.7322/jhgd.v29.9429

Strube Holztrattner J, da Costa Linch GF, Aparecida Paz A, Gouveia HG, Fernandes Coelho D. Sífilis Congênita: realização do pré-natal e tratamento da gestante e de seu parceiro. Cogitare Enferm. 2019; 24: e59316. doi: https://doi.org/10.5380/ce.v24i0.59316

Bradley EH; Taylor LA. O paradoxo da assistência médica americana: por que gastar mais está nos deixando menos. 272 pp. Nova York, NY, Public Affairs, 2013.

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.

Derechos de autor 2022 Bruno Quintela Souza de Moraes, Daniel Martins-Correia, Michael Ferreira-Machado

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.